No dia 30/04/08, os alunos do curso de Pedagogia Social puderam participar de uma palestra falando sobre a questão indígena tema do II Interdisciplinar.
Um comentário:
Anônimo
disse...
Apesar da ratificação da Convenção 169 da OIT, que busca melhorar a situação indígena e representa o cumprimento dos direitos indígenas, ainda assim, dois lados permeiam o contexto histórico, político, social e econômico da sociedade brasileira: de um lado, os que sofrem impactos seculares ocasionados pela discriminação social e racial, e aí estão inseridos toda a população pobre e os povos indígenas do Brasil. Do outro, os que potencializam direta ou "indiretamente" para tornar real essa discriminação. No entanto, neste "indiretamente" existe um terceiro elemento obscuro, maquiavélico, "desintensional": Os que se mostram solidários, mas dão desculpas econômicas e políticas, apresentam propostas e promessas e não cumprem, os que confundem a mídia e a massa, apesar de saberem que direitos indígenas precisam ser respeitados. É como considerar e olhar uma estátua como bela, saber que ela está lá vulnerável ao predador, vê-la quebrar, anunciar e prometer restaurações e vê-la transformar-se em pó, justificando a impotência histórica diante da sua destruição e morte.E povos indígenas continuam invisíveis e excluídos.Origem: http://www.adital.com.br/site/noticia2.asp?lang=PT&cod=19589 >>>(Elias Miranda)
"Uma visão sem uma tarefa é apenas um sonho. Uma tarefa sem visão é apenas um trabalho árduo. Mas uma visão com uma tarefa pode mudar o mundo". (Mount Abu)
"O Educador deve manter viva a sua curiosidade. E ter sempre presente uma frase que as vezes se repete: "Aquilo que se sabe é apenas uma pequena parte do que se desconhece". A escola deixará de ser um modelo de soldados para ser um libertador de poetas". (Agostinho da Silva)
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Apesar da ratificação da Convenção 169 da OIT, que busca melhorar a situação indígena e representa o cumprimento dos direitos indígenas, ainda assim, dois lados permeiam o contexto histórico, político, social e econômico da sociedade brasileira: de um lado, os que sofrem impactos seculares ocasionados pela discriminação social e racial, e aí estão inseridos toda a população pobre e os povos indígenas do Brasil. Do outro, os que potencializam direta ou "indiretamente" para tornar real essa discriminação. No entanto, neste "indiretamente" existe um terceiro elemento obscuro, maquiavélico, "desintensional": Os que se mostram solidários, mas dão desculpas econômicas e políticas, apresentam propostas e promessas e não cumprem, os que confundem a mídia e a massa, apesar de saberem que direitos indígenas precisam ser respeitados. É como considerar e olhar uma estátua como bela, saber que ela está lá vulnerável ao predador, vê-la quebrar, anunciar e prometer restaurações e vê-la transformar-se em pó, justificando a impotência histórica diante da sua destruição e morte.E povos indígenas continuam invisíveis e excluídos.Origem: http://www.adital.com.br/site/noticia2.asp?lang=PT&cod=19589 >>>(Elias Miranda)
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